POR GUSTAVO DE MAGALHÃES
Alguns colegas se queixam, de que eu tenho um péssimo hábito de, em mesa de audiência, tentar tirar atenção deles, fazendo gestos, mexendo com algumas coisas, tipo uma caneta… maldades para desviar o foco daquele instante. Confesso… fui pego! Na verdade, de forma sutil quando a situação está preta pra meu lado, temos que usar as artimanhas que estão ao nosso alcance, que aprendemos com o passar dos anos nessa luta do dia a dia da advocacia. Não é má fé com o colega, mas diria que é uma perversidade. Leia na íntegra mais uma crônica de Gustavo Magalhães.
Mas isso não significa também que falte ao respeito com o colega ou com as partes. Não é igual a um grande empresário do Sul da Bahia que ao ir para as audiências, dava língua para a parte contraria ou para as testemunhas ou até mesmo chutava por baixo da mesa!











