POR BRUNO PERON
Há uma batalha que se trava entre a pressão exógena a favor de seus padrões estéticos e a beleza que cada indivíduo reconhece (ou não) em si. Essa relação de forças não ocorre somente em relação às características de nossos corpos, mas em como se idealiza nosso cinema, nossa música, nosso teatro.
Para evitar considerações breves sobre áreas tão distintas neste espaço pequeno, redato um texto sobre a nossa dificuldade de ser coerentes com nossa própria beleza, ainda que ela difira do que se chama padrão estético. Numa frase sucinta, poucos estamos satisfeitos com o que somos e com o que temos.







